Sayron Awards 2017: mantendo acesa a chama da diversão!

Yo meus grandes amigos do Conquista! Mais um ano acabou e, logo após a maior premiação dos games do ano a Game Awards 2017, vamos trazer o que de melhor e pior jogamos no ano de 2017.

Como de costume, é claro que isso não significa que serão apenas AAA ou lançamentos de 2017, mas sim aquilo que tivemos acesso e que fez a nossa alegria durante o ano, sempre acompanhados de opiniões expressamente pessoais de cada um de nós do Conquista para cada jogo indicado.

Game of The Year Mother Fucker (narrado por ninguém menos que Samuel L. Jackson) – série Dark Souls

Eu não vou colocar apenas um jogo aqui porque seria uma ofensa, mas sim uma trilogia. Uma trilogia que, num primeiro momento quando joguei, lá por meados de 2015, achei uma grande porcaria e larguei mão por um longo e obscuro tempo. Mas a insistência do Giancarlo [Nota do Giancarlo: isto fica feliz em ser útil. ^^] e a vontade de entender o porquê e não me conformar em não conseguir jogá-los me fez retornar das cinzas no início de 2017 e assim, finalmente, consegui terminar os três Dark Souls, sendo o último a menos de uma semana atrás.

O mais interessante (e que explicarei em breve em um outro texto) não é em como eu consegui dar prosseguimento nos jogos de Dark Souls, já que sua dificuldade é bastante conhecida, mas sim o porquê: esse foi um jogo que conseguiu me fazer repensar muito sobre a minha vida pessoal e os rumos que eu estava tomando, além de conseguir me fazer encarar as dificuldades dela de uma outra forma, de um outro ponto de vista.

E mesmo que outros jogos tenham sido tão bons quanto (e provavelmente nessa lista terão outros, além de alguns jogos mais atuais), algo que me transformou de uma maneira tão positiva e que nem eu imaginava ser possível merece o título de melhor jogo do ano.

Darkão, esse prêmio vai para você! Mesmo sabendo que nenhum Dark Souls foi lançado em 2017, sua importância é muito maior para mim nesse ano do que qualquer outro jogo já lançado.

Prêmio “Jogo Indie que Matou Diversos AAA no Caminho e A Maior Surpresa do Ano” – Hellblade: Senua’s Sacrifice

  • Gráfico: LINDO DEMAIS!!
  • Enredo: Marcante e sensacional
  • Trilha sonora: Sem palavras
  • Atuação e sistema de áudio: Os melhores em seus quesitos, sem sombra de dúvidas.

Tudo isso só para ilustrar um pouco do que Hellblade: Senua’s Sacrifice foi para mim, um jogo que não dava muita coisa, mas que me prendeu do início ao fim e surpreendeu pela qualidade do trabalho entregue por uma equipe tão enxuta como a que eles trabalharam. Mereceu cada um dos prêmios levados na Game Awards 2017 e figura aqui na minha lista de maneira honrosa e destacada.

Não esqueçam de ler a resenha escrita pelo Giancarlo sobre o jogo!

Prêmio “As Vezes Tenho Vontade de te Socar” – Cuphead

Por incrível que pareça esse título não é de nenhum jogo da série Souls ou Bloodborne, esse prêmio vai disparado para Cuphead. Eu até citarei PlayerUnknown’s Battlegrounds também, mas eu passo raiva nele mais por ser ruim do que pelo jogo em si.

Já Cuphead não, eu passo raiva a cada instante, a cada chefe, a cada fase que tento passar. Esse jogo é lindo, maravilhoso, tem uma trilha sonora das mais belas que já ouvi, é uma obra de arte em forma de jogo, mas me dá muita raiva jogá-lo. MUITA mesmo.

Prêmio “#Chateado: O Retorno” – Rust

Em 2015 eu trouxe essa categoria para Metal Gear, esse ano quem leva, por incrível que possa parecer é o Rust.

O jogo que mais horas possuo na minha história gamer (são mais de mil horas) é um jogo que só me trouxe decepção em 2017, muitas mudanças no sistema de sobrevivência aumentaram ainda mais a dificuldade de você ser um jogador casual e acabou por me frustrar todas as vezes em que tentei retornar ao game.

O que mais me entristece é que é um jogo magnífico e que está apenas afastando mais e mais alguns jogadores que não possuem 24 horas por dia para ficar farmando e invadindo bases.

Prêmio “O Mais Jogado de 2017” – PlayerUnknown’s Battlegrounds

Esse com certeza não é um dos melhores que já joguei, passo muita raiva nele e as vezes fico dias sem nem abri-lo, mas é de longe o jogo mais emocionante que já tive oportunidade de jogar. Por alguma razão a ideia de cair com 100 pessoas num mapa qualquer, catar armas do chão e sair se matando até restar apenas um é de longe a mais cativante que já vi em jogos multiplayer, além de disparar o coração a cada confronto ou com a proximidade do fim da partida.

Eu tenho uma relação de amor e ódio com Player Unknow’s Battleground e talvez por isso não consiga abandoná-lo.

Prêmio “Joguinhos para quando não quero pensar muito” – Euro Truck Simulator 2 e Car Mechanic Simulator 2018

Todo mundo tem jogos que abrem e começam a jogar apenas para pegar no sono ou, de repente, para não ter de ficar pensando muito em como derrotar o vilão ou terminar aquela fase foda. Às vezes você só quer “meditar” enquanto joga. Euro Truck Simulator 2 e Car Mechanic Simulator 2018 são desses! São jogos tão despreocupados com avanços e coisas assim que consigo entrar num tipo de transe enquanto os jogo, ao ponto de não perceber o tempo passando e limpar minha mente de quase todos os tipos de pensamentos possíveis.

Prêmio “não sei que porra estou fazendo aqui” – Stardew Valley

Stardew Valley é daqueles jogos que você não consegue parar de jogar. Também é daqueles que te deixam puto quando não sabe o que é para fazer. É legal terminar de fazer suas colheitas e ver a grana entrando. Mas, as vezes, é um saco terminar as quests aleatórias que surgem no mural da cidade e que, de vez em quando, não sabe nem que diabos é para fazer ou onde conseguir.

Stardew Valley é um jogo que quase sempre me sinto muito perdido porque eu comprei ele apenas querendo plantar umas coisinhas e fazer minha fazenda crescer.

Prêmio “Joguim de banheiro” – Plague Inc.

Jogos mobile não são muito o meu estilo, seja por hardware desatualizado que não roda a maioria dos lançamentos, seja por simplesmente não acompanhar a cena mobile. Mas existem jogos como o Plague Inc. que ajudam a matar tempo sempre que preciso.

Plague Inc. é um jogo onde, basicamente, você precisa criar uma praga e matar toda a humanidade com ela. Pra mim, essa é a melhor forma de matar (Hã?! Hã?!) tempo nos últimos meses, pois ele tem começo, meio e fim em um curto espaço de tempo. A vontade de vencer a humanidade é bem alta e você sempre pode descobrir coisas novas sobre fungos, bactérias, vírus e outros tipos de pragas presentes no jogo.

Ah, e além de mobile ele também tem uma versão no Steam, chamada Plague Inc. Evolved.

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Arte de fundo criada por Nataly Al-Sayf
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