Relembrando Streets of Rage

Relembrando Streets of Rage

A partir de hoje, o brother Thiago Santos estreia uma nova coluna aqui no blog. Fazendo par com a coluna Conhecendo, no qual falamos sobre jogos antigos que nunca jogamos antes, a novíssima coluna Relembrando tratará sobre os títulos que marcaram nosso passado.

Esperamos que gostem!

Estava aqui relembrando como eram os jogos dos anos 90 e se você teve a sorte do seu pai/mãe te presentear com um Mega Drive, com certeza você conhece a trilogia Streets of Rage (ou Bare Knuckle na versão japonesa) do gênero Beat’ em Up, aquele onde você desce a porrada em todos que aparecerem na sua frente e frequentemente o mesmo cara que você bateu lá atrás volta alguns metros a frente, seja em forma de clone ou em forma de chefe do nível anterior com uma dificuldade um pouco mais baixa. E esse foi o primeiro jogo que terminei em 2016 e trago a vocês do Conquista esse momento nostalgia.

Vem comigo?

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A história desse primeiro jogo envolve drogas e a força de uma organização que corrompeu o governo e a própria polícia, então nossos 3 amiguinhos pedem as contas da polícia e resolvem eles mesmos bater em todos os bandidos e acabar com o caos na cidade. São eles: Adam Hunter, 23 anos. o boxeador que cultiva bonsai nas horas vagas; Axel Stone, 22 anos, o loirinho que joga video games mas tem um pulo bem fraquinho; e a moça Blaze Fielding, 21 anos e que dança LAMBADA, oi? Aquela do ritmo quente…

O jogo tem 8 fases. Começando pela cidade, você certamente irá gastar um especial sem querer [Nota do Giancarlo: Quem nunca? 😛 ], pois ao apertar o A para testar os botões irá chamar o reforço policial que lança uma rajada tirando dano de quem estiver na tela. Passado esse imprevisto, nas ruas da cidade conheceremos nossos inimigos, e logo menos os seus clones, tão característicos em jogos do gênero. No final da fase enfrentaremos o chefe que joga um bumerangue, nada muito difícil.

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A segunda fase permanece na parte urbana da cidade: mais inimigos, mais socos, mais combos, mais pontos e o chefe aqui dará um certo trabalho e revidará se você pular. Isso é outra característica do gênero, cada chefe tem uma manha diferente de ataque e defesa. Se você decorar ficará bem fácil, a dica aqui é não pular.

Na terceira fase os nossos ex-tiras estarão numa praia e enfrentarão um chefe estilo Conan o bárbaro, que de forte não tem nada. Apenas dê voadoras e bata sempre dando atenção também especial aos capangas pé de chinelo.

Na quarta fase o ambiente é um porto com alguns buracos no caminho que podem servir de ajuda ao se arremessar os inimigos. O chefe final é um baixinho cuspidor de fogo: me pergunto por que será que esse cara resolveu cuspir fogo ao invés de curtir a cidade com a grana das drogas, sem nome, sem perspectiva de vida… o crime não leva mesmo a felicidade… enfim, dê cabo ao canalha com socos.

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Na quinta fase estaremos em um barco e com certeza enfrentaremos o chefe mais difícil de todos: uma dupla de garotas que dão voadoras, arremessam e fazem você odiá-las mais que a Joelma e sua saga que não tem fim. O segredo aqui é ficar de costas e socá-las com o B + C que consiste num soco para trás. Aprenda bem esse golpe, pois vai ser útil mais a frente.

Um detalhe interessante desse primeiro jogo é a simplicidade dos detalhes. Não sabemos os nomes dos inimigos, nem mesmo a barra de energia dos mesmos: essas melhorias só serão notadas no segundo jogo da trilogia (que relembraremos daqui a alguns dias). Outro ponto que foi melhorado é a velocidade dos personagens, que ficará infinitamente melhor e mais amigável no segundo jogo.

Na sexta fase o cenário é a fábrica do mal onde são fabricadas as drogas, MENTIRA, eu to chutando! Nessa fase existem umas prensas que te prensam (Oi?), mas é bem fácil de escapar pois uma luz acende antes da hora (se o mecânico do Felipe Massa manjasse de apertar o botão isso não teria acontecido). O chefe é um clone, ou melhor: dois clones do loiro da garra. Mesma estratégia dessa vez: sem pulos e bastantes socos.

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A sétima fase é um clássico! Sempre tem umas assim com elevadores não é mesmo? Soque todos até o elevador subir ao topo. Uma dica aqui é ficar de costas para o vão inferior esquerdo, dar um soco no cara e arremessá-lo para trás jogando-o andar a baixo (adoro essa parte!). Essa fase não tem chefe, então aproveite pois vem coisa pior por aí.

Antes de detonar o Big Boss, você reparou na qualidade da trilha sonora? Se você manja das paradas gamísticas, deve ter notado uma baladinha techno rock com punk misturado e uma pitada de guitarra e bateria eletrônica. O autor dessa maravilha é Yuzo Koshiro, que alcançou um trabalho ainda melhor na sequência de Streets of Rage! Esse cara é um mito da arte sonora e participou, entre outros, de jogos como Shinobi, Ys, ActRaiser, Sonic, Batman Returns, Castlevania e Shenmue! Quer mais ou tá bom?

Coloque seu fone de ouvido e vamos à última fase 😀

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Oitava e última fase. Aqui o bicho pega sem especial da polícia e você terá que enfrentar todos os 5 chefes já conhecidos! O mais difícil sem dúvidas serão as duas menininhas, então não se esqueça do golpe B + C de costas. Passando os cinco chefes finalmente iremos encontrar o dono da boca, o GianERRRORRRR… O Mr X, o Big Boss, o chefe, o dono da grana, o cara que manda e desmanda nos joguinhos, massss…

Como todo bandido é sacana, ele te faz uma pergunta de 1 milhão de dólares querendo saber se você quer juntar a bandidagem e enriquecer um pouquinho, não é mesmo companheiro? Mas como você é uma boa pessoa você não aceitará a oferta e partirá para a porrada. Masssss… Caso você seja o corrupto safado bandido salafrário fi duma égua e aceite a oferta, você cairá num buraco diretamente para a sexta fase até chegar aqui novamente. Então diga logo a que veio e arregasse a boca desse corrupto de uma vez por todas!

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Eu tenho certeza que você fez a escolha correta e Conquistou o nosso respeito 😉

Analista de sistemas formado em 2009 mas que atualmente é sócio do Buffet Rose Crepes. Já teve um Atari, Mega Drive, Super Nintendo e hoje costuma só jogar um pouco de PlayStation 1, 2, 3, 4, PSP e (UFA) Vita.

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Arte de fundo criada por Nataly Al-Sayf
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