Relembrando Ristar

Relembrando Ristar

O segundo clássico que iremos relembrar é da SEGA, teve versões para Game Gear e para o Mega Drive e foi lançado em 1995 pelo mesmo time do Sonic.

Já adivinhou? Ristar: The Shooting Star é o escolhido da vez!

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Gráficos coloridos e som marcante, aliados a experiência do time já consagrado que fez Sonic, resultaram em um dos jogos mais bonitos da geração e por causa do lançamento do PlayStation, Saturn e os Donkeys Kongs da Nintendo, não foi tão famoso… mas quem jogou sabe da sua qualidade.

A história do jogo consiste nos planos malvados do vilão espacial Kaiser que controla a mente dos habitantes de diversos planetas para serem escravos em seu exército. A versão japonesa tem mais detalhes que a versão americana como uma introdução maior e cenas diferentes, mas o idioma do jogo é o inglês, então essa é a versão que deve ser preferida (pois os caracteres japoneses aqui não fazem diferença) e outra diferença fica na nomenclatura dos planetas entre as versões.

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O jogo tem 12 fases divididas em 6 planetas, todos diferentes entre si. O primeiro deles é o planeta Flora, que se assemelha a uma floresta e tem muita vegetação verde. Nesse primeiro mundo seremos apresentados aos inimigos, que podem ser derrotados ao serem agarrados com o botão B e nunca tocados, bem ao estilo Sonic. Após duas fases em Flora, teremos o primeiro Boss do jogo, Riho: ao derrotá-lo agarre ao mecanismo e voe em direção ao próximo planeta!

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O segundo planeta é o Undertow, um mundo subaquático onde o nosso herói ganha o recurso de nado e deve continuar agarrando os inimigos até debaixo dágua – ou desviá-los, se você for bom o bastante. O chefe é o tubarão Ohsat.

Você achou os bônus das fases? Assim como na série Donkey Kong Country, o jogo possui uma fase bônus em cada uma das 12 fases, que consiste em ir do ponto A ou B no tempo máximo de 1 minuto. Essas mini-fases têm dificuldade crescente à medida que os planetas vão avançando e é um verdadeiro desafio conseguir todos!

O terceiro planeta é Scorch: aqui as coisas começam a ficar quentes literalmente, com labaredas surgindo do chão e com plataformas que exigirão sua rapidez para escapar dos danos. O chefe da área é o Adahan.

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No quarto planeta, se você ainda não havia percebido a qualidade sonora do jogo, você ficará impressionado nesse cenário que mostra toda a criatividade do jogo, desde maestros, saxofones, guitarras e bumbos, todos juntos formando uma trilha fantástica com flautas mágicas! O chefe não poderia ser outro: Awaunek, uma águia que não canta nada e fica tomando o lugar do real maestro. Um batalha de boss digna de um clássico!

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O quinto planeta é o Freon. É situado no gelo e conta com um bonequinho inimigo que te persegue por toda a fase. Eu achava muito engraçado o gesto que ele fazia quando era atacado na lutinha de bolas de neve, sem falar da parte onde o chão deslizava e você tinha que ser rápido ao pular as plataformas com o estrelinha Ristar rodopiando em todas as posições (Ainda vou achar um gif disso).

Seu chefe é o comilão Itamor que come tudo pela frente, incluindo estrelas e pizzas! Então ajude o nosso zé comilão a comer as pizzas quentes e vomitar no final! 😛

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O sexto planeta é o mais difícil: o planeta Automaton lembra as fases de fábricas em Sonic (porque será, né?). No final desse mundo você enfrentará o chefe Uranim e partirá rumo a sua batalha final.

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A última fase é uma corrida espacial atrás do mega vilão Greedy onde enfrentaremos diversos mini bosses e desafios curtos porém difíceis. Finalmente, na batalha final contra o chefe, a velocidade e a adivinhação contam bastante para você não levar dano. Espero que seu estoque de vidas esteja cheio ou não veremos novamente a estrelinha brilhar…

Após encarnar o mestre galático, curta o final de um dos jogos mais bonitos da era 16 bits!

Outras versões

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A versão do Game Gear é bem semelhante a versão do Mega Drive. Porém há várias miniestrelas espalhadas pelo cenário e a cada 100 coletadas, ganha-se uma vida (igualzinho acontece com jogos do Mario e do Sonic) e por conta disso torna-se mais fácil em comparação ao seu irmão mais poderoso. O jogo é igualmente belo para um portátil.

Ao final dos créditos – e de acordo com a quantidade de bonus que você conseguiu durante a jogada – você será recompensado com alguns passwords que podem ser usados para aumentar o fator replay do jogo, indo desde modificações no som, um modo time attack, ou um modo somente contra os chefes e as dificuldades mais elevadas. Conte pra nós quantos bonus você conseguiu (eu só consegui achar 5)!

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E para finalizar com chave de ouro, vamos recordar aquela época em que os jogos vinham com manuais impressos em papel. Bons tempos, não?

(Dois cliques para tela cheia)

E foi isso! Nesse primoroso trabalho da equipe de Yuki Naka, sabemos que nem só de Sonic vive o Sonic Team 😉

E você nobre leitor, Conquiste também esse clássico do Mega Drive e até o próximo jogo!

Analista de sistemas formado em 2009 mas que atualmente é sócio do Buffet Rose Crepes. Já teve um Atari, Mega Drive, Super Nintendo e hoje costuma só jogar um pouco de PlayStation 1, 2, 3, 4, PSP e (UFA) Vita.

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Arte de fundo criada por Nataly Al-Sayf
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